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segunda-feira, 20 de maio de 2013

YouTube completa 8 anos. Parabéns!

Youtube completa 8 anos. Parabéns!



Um viva a oito grandes anos

segunda-feira, maio 20, 2013 5/20/2013 10:46:00 AM

Quando o site do YouTube foi lançado em Maio de 2005, nunca poderíamos imaginar como vocês iriam nos inspirarinformar e entreter, de tantos jeitos, todos os dias.
Hoje, mais de 100 horas de vídeo são subidas no YouTube a cada minuto. Isso equivale a mais de quatro dias de vídeo por minuto! Todos os meses, mais de 1 bilhão de pessoas vem ao YouTube para ter acesso a notíciasresponder perguntas e se divertir. Ou seja, uma em cada duas pessoas na internet.
Milhões de parceiros estão criando conteúdo para o YouTube e mais de 1000 empresas em todo o mundo determinaram um intervalo de 1 hora durante o dia apenas para assistir vídeos engraçados no YouTube. Tudo bem, na verdade, nós inventamos essa última estatística - mas isso seria legal (as outras estatísticas são verdadeiras).
Ao longo dos anos, você continuou a nos surpreender e encantar, e ano passado não foi uma exceção. Quem poderia imaginar que uma estrela do pop coreano vestido de smoking iriaquebrar todos os recordes, ou que a Vila Sésamo se tornaria um fenômeno global (link em inglês) com 1 bilhão de views? Essa é uma de nossas coisas favoritas em uma audiência global: vocês são imprevisíveis, criativos e irreverentes.
Então, no nosso oitavo aniversário, nós queremos agradecê-los por fazer do YouTube esse lugar especial. Por nos mostrar como o vídeo pode estabelecer conexõestranscender fronteiras e fazer a diferença. Por clicar nesses links, mesmo sem ter certeza do que são, porque você confia em nós. Finalmente, obrigada por nos tornar melhores em todos os aspectos, grandes e pequenos. Mal podemos esperar pelo que vocês vão fazer agora.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Japoneses e Brasileiros encontram continente submerso

06 de Maio de 2013•16h08 • atualizado às 19h01

Brasil e Japão podem ter achado "continente perdido" no Atlântico







Projeto é feito através de cooperação entre pesquisadores japoneses e brasileiros

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/brasil-e-japao-podem-ter-achado-continente-perdido-no-atlantico,22ea5abb5c97e310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html
Elevação do Alto Rio Grande fica a cerca de 1,5 mil quilômetros da costa do Sudeste e seria parte da Plataforma Continental Brasileira, que se desprendeu e afundou com o movimento das placas tectônicas Foto: Arte Terra

Uma expedição do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) com a cooperação da Agência Japonesa de Ciência e Tecnologia da Terra e do Mar (Jamstec) deixou pesquisadores mais perto de concluírem que a Elevação do Alto Rio Grande, região mais rasa localizada a cerca de 1,5 mil quilômetros da costa do Sudeste, é uma parte da Plataforma Continental Brasileira, que se desprendeu e afundou com o movimento das placas tectônicas.
As novas conclusões foram obtidas a partir do apoio do submergível japonês Shinkai 6500, capaz de descer a 6,5 mil metros de profundidade, que foi usado para coletar material da região do Alto Rio Grande.

Por meio de dragagem, pesquisadores brasileiros já tinham encontrado granito na região e agora confirmaram a presença da rocha com os mergulhos possibilitados pelo veículo. 









Menos denso que as rochas normalmente encontradas no fundo do oceano, o granito está mais associado aos continentes. 

O Pão de Açúcar, por exemplo, é feito de granito.
"O fato de haver um continente naquela região, nos abre outras possibilidades. 

Até que ponto foi uma extensão de São Paulo que se desgarrou e ficou para trás? 

Isso nos leva a pensar no que fazer para a região. Não só conhecer, mas requerer essa área", disse Roberto Ventura, diretor de Geologia e Recursos Minerais do CPRM. Ele conta que o Alto Rio Grande tem sido chamado de Atlântida no órgão, em referência ao mitológico continente que teria afundado no oceano.

Alto Rio Grande pode ter tamanho do Estado de São Paulo.

O tamanho do Alto Rio Grande ainda não foi definido com clareza, mas Ventura estima que seja comparável ao Estado de São Paulo.

O diretor conta que países como Rússia e França já requereram áreas no Atlântico Sul, onde a China também realiza pesquisas, o que torna o estudo estratégico para o Brasil, que possui a maior costa do oceano. 

A longo prazo, segundo o geólogo, a região pode se tornar um ponto de mineração submarina, com a perspectiva de extração de ferro, manganês e cobalto.

O Shinkai 6500 custou cerca de US$ 130 milhões ao governo japonês e faz pesquisas em águas profundas desde 1991. 

Também foram investidos US$ 100 milhões no navio Yokosuka, para adequar a embarcação para transportar o submergível. 

Hiroshi Kitazato, pesquisador japonês que coordenou os trabalhos da Jamstec na expedição, destacou o interesse do país asiático em pesquisar o oceano: "Essa é a região que menos foi explorada no mundo inteiro. 









Então, acreditamos que é muito importante pesquisá-la. Antes, o Shinkai fez expedições mais próximas ao Japão, no Índico e no Pacífico", disse.

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