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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Os antepassados dos hungaros eram extraterrestres

Os antepassados dos húngaros eram extraterrestres







Fonte: http://www.gamevicio.com/i/noticias/153/153288-pra-voce-que-acredita-ou-nao-em-vida-extra-terrestre-o-paradoxo-de-fermi/index.html

O paradoxo de Fermi.

Uma versão mais verossímil sobre a origem do paradoxo de Fermi diz que nos anos 50, ainda em Los Alamos, Enrico Fermi estava pensando sobre a vida extraterrestre em seu escritório no andar superior, e embora sempre tenha simpatizado com a ideia, percebeu que as descobertas recentes cada vez mais aceitas da cosmologia indicavam que nosso Universo teria de 8 a 18 bilhões de anos (atualmente, estimativas mais precisas indicam 12 bilhões). 

Ele notou que com tanto tempo e com tanto espaço, alguma civilização extraterrena não só deveria ter surgido, como também já deveria ter colonizado toda Galáxia. 

Frustrado com a ausência de evidências que apoiassem essa conclusão, desceu perplexo as escadas para o refeitório lotado de cabeças brilhantes e perguntado em voz alta: "Onde eles estão?"

E ele recebeu uma resposta. 

Leo Szilard teria retrucado "Eles já estão aqui. 
Mas chamam a si mesmo de húngaros". 

Essa era uma referência a uma piada (ou não?) corrente no departamento de física teórica segundo a qual há milhões de anos os marcianos precisaram deixar seu planeta e pousaram no que hoje é conhecido por Hungria. 

Conseguiram adaptar-se e parecer-se com os macacos falantes que habitavam a Terra, mas três características eram muito fortes para ser escondidas: sua vontade de viajar (húngaros estariam por todo o mundo), sua língua (única e diferente de todas circunvizinhas) e sua inteligência (muitas das melhores mentes de Los Alamos eram húngaras. Incluindo Szilard, Von Neumann). 

Essa versão sobre a origem do paradoxo de Fermi é mesmo confirmada por Edward Teller, tido como pai de bomba de hidrogênio, e ele mesmo um marciano, digo, húngaro. 

Será que essa versão do paradoxo de Fermi é pouco conhecida porque os húngaros-marcianos conspiram para que o vazamento do segredo a Fermi não alcance o público? 

Sem dúvida, a verdade está lá fora?


Paradoxo de Fermi

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Paradoxo_de_Fermi



Representação gráfica daMensagem de Arecibo, a primeira tentativa da humanidade de usar ondas de rádio para comunicar sua existência à civilizações extraterrestres

O paradoxo de Fermi é a aparente contradição entre as altas estimativas de probabilidade de existência de civilizações extraterrestres e a falta de evidências para, ou contato com, tais civilizações.

A idade do universo e seu vasto número de estrelas sugerem que, se a Terra é um planeta típico, entãovida extraterrestre deveria ser comum.1 Discutindo essa ideia com colegas durante um almoço em 1950, o físico Enrico Fermi questionou por que, se um grande número de civilizações extraterrestres avançadas existem na galáxia Via Láctea, evidências como espaçonaves ou sondas não são vistas. Um exame mais detalhado das implicações deste tópico começou com um artigo de Michael H. Hart em 1975, no que é, às vezes, referenciado como paradoxo de Fermi-Hart.2 Outros nomes comuns para o mesmo fenômeno são a questão de Fermi ("onde eles estão"), o Problema de Fermi, o Grande Silêncio34 5 6 7 e silentium universi7 8 (Latin para "o silêncio do universo"; apesar de errada, a forma "silencium universi" também é comum).

Houve tentativas de resolver o paradoxo de Fermi tentando-se localizar evidências de civilizações extraterrestres, bem como propostas de que tal vida poderia existir sem o conhecimento humano. Argumentos contrários sugerem que a vida extraterrestre inteligente não existe, ou ocorre tão raramente que os humanos dificilmente farão contato com ela.

A partir de Hart, muito esforço foi feito no desenvolvimento de teorias científicas e modelos possíveis sobre a vida extraterrestre, e o paradoxo de Fermi se tornou um ponto de referência teórica em muitos desses trabalhos.


Índice
1 Base
2 Nome
3 Equação de Drake
4 Tentativas de solução empírica
4.1 Astronomia convencional e SETI
4.2 Emissões de rádio
4.3 Observação planetária direta
4.4 Estruturas alienígenas teóricas
4.4.1 Sondas, colônias e outras estruturas
4.4.2 Estruturas avançadas de escala estelar
5 Explicações teóricas para o paradoxo
5.1 Poucas civilizações existem atualmente
5.1.1 Não houve o surgimento de nenhuma outra civilização
5.1.2 A vida inteligente tende à se auto-destruir
5.1.3 A vida inteligente tende à destruir as outras
5.1.4 Teoria da inflação e o argumento da juventude
5.2 Eles existem, mas nós não vemos as evidências
5.2.1 Comunicação é impossível devido à problemas de escala
5.2.1.1 Civilizações inteligentes estão muito separadas, no espaço ou no tempo
5.2.1.2 É muito caro se espalhar fisicamente pela galáxia
5.2.1.3 Os seres humanos não procuraram por tempo suficiente
5.2.2 A comunicação é impossibilitada por razões técnicas
5.2.2.1 Os homens não estão ouvindo corretamente
6 Sugestões de leitura
7 Notas
8 Referências
9 Ver também
10 Ligações externas

Base

O paradoxo de Fermi é um conflito entre um argumento de escala e probabilidade e a falta de evidências. Uma definição mais completa poderia ser apresentada como:Os aparentes tamanho e idade do universo sugerem que muitas civilizações extraterrestres tecnologicamente deveriam existir.
Entretanto, esta hipótese parece inconsistente com a falta de evidência observacional para suportá-la.

O primeiro aspecto do paradoxo, "o argumento de escala", é uma função dos números envolvidos: há aproximadamente 200-400 bilhões (2 - 4 x 1011) de estrelas na Via Láctea9 e 70 sextilhões (7 × 1022) no universo visível.10 Mesmo que a vida inteligente ocorra em uma minúscula porcentagem de planetas, ainda haveria um grande número de civilizações existentes na Via Láctea. Este argumento também assume o princípio da mediocridade, que afirma que a Terra não é especial, mas simplesmente um planeta típico, submetido às mesmas leis, efeitos e resultados prováveis que qualquer outro planeta.

A segunda pedra angular do paradoxo é uma resposta ao argumento de escala: dada a capacidade da vida inteligente de superar a escassez e sua tendência a colonizar novos habitats, parece provável que pelo menos algumas civilizações seriam tecnologicamente avançadas, procurariam por mais recursos no espaço e então colonizariam primeiro seu próprio sistema estelar e, posteriormente, os sistemas em seu entorno. Como não há provas conclusivas ou certificáveis da existência de outras formas de vida inteligente mesmo após 13,7 bilhões de anos de história do universo, várias hipóteses foram feitas na tentativa de explicar a questão. Pode ser que a vida inteligente seja mais rara do que se pensa ou mesmo que nossas suposições sobre o comportamento geral das espécies inteligentes sejam erradas.

O paradoxo de Fermi pode ser perguntado de dois jeitos. O primeiro é: "Por que não há presença de alienígenas nem de seus artefatos aqui?", se viagem interestelar for possível então, mesmo com a tecnologia presente na Terra, seria preciso de 5 a 50 milhões de anos para colonizar a galáxia.11 Esta é uma quantidade de tempo relativamente pequena em uma escala geológica, ainda mais em uma escala cosmológica. Já que há muitas estrelas mais velhas do que o Sol, ou já que vida inteligente poderia ter se desenvolvido mais cedo em outro lugar, alguém poderia se perguntar por que a galáxia ainda não foi colonizada. Mesmo que a colonização seja impraticável ou indesejável para todas as civilizações alienígenas, exploração em larga escala da galáxia ainda é possível; os meios de exploração e sondas teóricas são discutidos extensivamente abaixo. Entretanto, nenhum sinal de colonização ou exploração foi confirmado.

O argumento acima pode não ser verdadeiro para o universo como um todo já que o tempo de viagem pode explicar a falta de presença física na Terra de vida extraterrestre de galáxias distantes. Entretanto, a questão então se torna: "Por que nós não vemos nenhum sinal de vida extraterrestre inteligente?". Já que uma civilização suficientemente avançadaNota 1 poderia ser potencialmente observada por uma significante fração do universo observável.12 Mesmo que tais civilizações sejam raras, o argumento da escala indica que elas deveriam existir em algum lugar em algum momento da história do universo, e já que elas seriam observadas de uma grande distância por um período considerável de tempo, vários lugares potenciais para sua origem estariam no nosso alcance de observação. Entretanto, nenhum sinal incontestável da existência de tais civilizações foi detectado.

Não se sabe qual versão do paradoxo é a mais forte.Nota 2
Nome

Em 1950,enquanto trabalhava no Laboratório Nacional de Los Alamos, o físico Enrico Fermi teve uma discussão casual enquanto caminhava para o almoço com seus colegas Emil Konopinski, Edward Teller e Herbert York. Eles discutiam uma recente onda de avistamento de OVNIs e uma caricatura de Alan Dunn13 grotescamente culpando o desaparecimento de latas de lixo municipal em saqueadores alienígenas. Eles tiveram então uma discussão mais séria sobre as chances de humanos observarem um objeto material em velocidade mais rápida que a luz nos próximos dez anos, que Teller considerou como uma em um milhão mas Fermi pôs como sendo mais perto de uma em dez. A conversa mudou para outros assuntos até o almoço, quando Fermi teria exclamado de repente: "Onde eles estão?" (alternativamente, "Onde está todo mundo?")14 Um participante recorda que Fermi então começou a fazer uma série de cálculos rápidos (Fermi era conhecido pela sua habilidade de fazer boas estimativas a partir de princípios e dados mínimos, veja problema de Fermi). De acordo com este relato, ele então concluiu que a Terra deveria ter sido visitada há muito tempo atrás e várias vezes.14 15
Equação de Drake
Ver artigo principal: Equação de Drake

Enquanto várias teorias e princípios estão relacionados com o paradoxo de Fermi, o mais estreitamente relacionado é a equação de Drake.

Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Alcool canforado e excelente para a pele e alivia as dores da fibromialgia

Alcool canforado é excelente para a pele e alivia as dores da fibromialgia.
Experimente e deixe seu comentário.










Cânfora

Cânfora
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: 
http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A2nfora

Cânfora



Classificação científica

Reino: Plantae

Divisão: Magnoliophyta

Classe: Magnoliopsida

Ordem: Laurales

Família: Lauraceae

Género: Cinnamomum

Espécie: C. camphora


Nome binomial
Cinnamomum camphora
L.


O canforeiro (Cinnamomum camphora (L.) J. Presl; sin: Laurus camphora L.) é uma árvore pertencente à família Lauraceae e ao género Cinnamomum, o mesmo da árvore que produz a canela

Esta árvore é nativa de algumas regiões do Extremo Oriente, particularmente do Taiwan, do Japão e da China meridional.

Esta árvore é a origem da cetona conhecida como cânfora (C10H16O), uma substância branca, cristalina, com um forte odor característico e obtida a partir da seiva.

 A extracção é feita pela oxidação do pineno (parte principal da essencia de terebentina). 
É uma combinação acíclica. 
Apresenta-se em grandes massas brancas, grano-cristalinas, translúcidas de cheiro particular penetrante e de um sabor um tanto amargo. 
É pouco solúvel na água, dissolvendo-se facilmente no álcool, éter e demais solventes orgânicos. 
Volatiliza-se desde a temperatura comum. 
É usada na fabricação de celuloide e de pólvora sem fumaça.

Conhecida desde a antiguidade, a cânfora é utilizada como incenso e no preparo de medicamentos.

Diz-se que seu cheiro é inibidor de aranhas e traças.
 Para tanto, é recomendável a diluição em álcool para o seu borrifamento nas paredes e armários.

Princípios ativos: Terpenos (alfa-pineno, nopineno, canfeno, dipenteno, cariofileno, cadineno, bisaboleno, canfazuleno etc.), álcoois (borneol, linalol, alfa-terpinol etc.), cetonas (cânfora, piperitona), óxidos (cineol etc.)

Outros nomes populares da planta

Erva-cavaleira, rabugem-de-cachorro, alcanforeiro.
Nome em outros idiomas
Espanhol: alcanforero
Francês: camphre
Inglês: camphor tree
Italiano: cânfora
Veja outros usos

Vocês já usaram cânfora com álcool como repelente? Além de servir como remédio para picadas...

2 Copos médios de álcool comum;
1 Copo de água filtrada,
3 pedrinhas de cânfora ( você encontra em qualquer farmácia, existem dois formatos, um quadradinho tipo pastilha - este você coloca três pedras; e também você pode encontrar pedrinhas menores tipo comprimidos - estes você coloca uns cinco).
Coloque a mistura em um difusor, um desses sprays que você deve ter em casa e aplica diretamente no animal com cuidado com os olhos e boca. Voce verá as pulgas saírem do pêlo na mesma hora. Aplica no ambiente todo dia até notar que não tem mais pulgas.
ATENÇÃO: tem um segredo para preparar: você tem que derreter a cânfora no álcool, depois de derretida coloca a água. É importante porque se você colocar a cânfora na água ela talha e não derrete e aí vai entupir o caninho do spray.

É ótimo mesmo, cânfora com alcool e cravo e arnixa ajudam muito também é analgésico também, auxilia no curativo de machucados, lesões e feridas expostas, ajuda a prevenir infecções de bactérias e outros microorganismos, ajuda em quase tudo é muito bom mesmo. O óleo de cân­fora, além de ter um aroma fresco, pen­e­trante e duradouro, tem muitas pro­priedades med­i­c­i­nais tam­bém, que estão lis­tadas abaixo.
Estim­u­lante e Sudorí­fico: O óleo de cân­fora é um estim­u­lante efi­caz. Estim­ula a cir­cu­lação, o metab­o­lismo, a digestão, as secreções e a excreção, assim, trata prob­le­mas e doenças asso­ci­adas com a má cir­cu­lação, a digestão lenta ou taxas hiper metabóli­cas, secreções obstruí­das etc
Anti sép­tico, Desin­fe­tante, Inseti­cida e Ger­mi­cida: O óleo de cân­fora é um exce­lente desin­fe­tante, inseti­cida e ger­mi­cida. O óleo de cân­fora pode ser adi­cionado à água de beber para desin­fe­tar, par­tic­u­lar­mente nas estações de verão e das chu­vas, quando há mais hipóte­ses de apan­har infeções pela água. Uma gar­rafa ou recip­i­ente de óleo de cân­fora, se man­tido aberto, ou um pedaço de pano embe­bido nele, quando queimado, afasta inse­tos e mata ger­mes. Uma gota ou duas de óleo de cân­fora, mis­tu­rado com grande quan­ti­dade de ali­men­tos em grão, mantêm-os a salvo dos inse­tos. A cân­fora é tam­bém usada em muitas preparações médi­cas, como pomadas e loções para curar doenças de pele, infecções bac­te­ri­anas e fúng­i­cas na pele, etc. Mis­tu­rado na água do banho, desin­fecta todo o corpo exter­na­mente e mata os piol­hos, etc.
Descon­ges­tio­nante: O forte aroma pen­e­trante do óleo de cân­fora é um descon­ges­tio­nante poderoso. Ele descon­ges­tiona ime­di­ata­mente os brôn­quios, a laringe, a faringe, as vias nasais e os pul­mões. Por­tanto, é usado em muitos bál­samos descon­ges­tio­nantes e expetorantes.
Anestésico e Cal­mante: É um anestésico muito bom e muito efi­caz para aneste­sias locais. Ele causa a dor­mên­cia dos ner­vos sen­so­ri­ais na área onde se aplica. Ele tam­bém acalma os dis­túr­bios ner­vosos e con­vul­sões, ataques epiléti­cos, ner­vo­sismo, etc.
Anti-espasmódico: É um anti-espasmódico muito efi­ciente e dá alívio ime­di­ato em espas­mos, cãi­bras, etc Tam­bém é efi­caz na cura da cólera espas­módica grave.
Afrodis­íaco: O óleo de cân­fora, quando con­sum­ido inter­na­mente, aumenta a libido, estim­u­lando as partes do cére­bro que são respon­sáveis ​​pelos dese­jos sex­u­ais. Quando apli­cado exter­na­mente, ajuda a curar prob­le­mas de ereção, aumen­tando a cir­cu­lação san­guínea nas partes afe­tadas, sendo um estimulante.
Anti-nevrálgico: A nevral­gia é uma situ­ação extrema­mente dolorosa, que é cau­sada quando o nono nervo cra­ni­ano é pres­sion­ado dev­ido ao inchaço dos vasos san­guí­neos em redor. Pode ser tratado com óleo de cân­fora que faz com que os vasos san­guí­neos se con­tra­iam e reduzam a pressão no nono nervo cra­ni­ano. Esta é mais uma apli­cação das pro­priedades cal­mantes do óleo de cânfora.
Anti-inflamatório e Seda­tivo: O arrefec­i­mento e os efeitos de pen­e­tração do óleo de cân­fora tornam-o um agente anti-inflamatório e seda­tivo. É muito útil na cura de quase todos os tipos de infla­mação, interna ou externa. Ele tam­bém relaxa o corpo e a mente e dá uma sen­sação de paz e fres­cura. É muito refres­cante, espe­cial­mente no verão. O óleo de cân­fora pode ser mis­tu­rado com a água do banho para ter esse efeito refres­cante no verão.
Entor­pe­cente: Tem efeitos nar­cóti­cos como dessen­si­bi­lizar tem­po­rari­a­mente os ner­vos e relaxar o cére­bro. Tam­bém pode fazer o cére­bro perder o con­trolo sobre os mem­bros, se tomado em excesso. O cheiro do óleo de cân­fora tam­bém é viciante. As pes­soas têm desen­volvido o forte vício de cheirar o óleo de cân­fora ou consumi-lo.
Carmi­na­tivo: Muito útil para aliviar prob­le­mas gástri­cos. Em primeiro lugar porque impede a for­mação dos gases e, em segundo lugar porque remove os gases eficazmente.
Anti reumático, Anti-flogístico e Anti-artrítico: Por ser um desin­tox­i­cante e estim­u­lante para o sis­tema cir­cu­latório, ativa a cir­cu­lação do sangue e alivia o reuma­tismo, artrite , gota, etc É tam­bém anti-flogísticos, ou seja, reduz o inchaço do corpo. Este é mais um efeito bené­fico para a boa circulação.
Out­ros Bene­fí­cios: É uti­lizado por vezes em casos de insu­fi­ciên­cia cardíaca, em com­bi­nação com out­ros medica­men­tos. É tam­bém bené­fico no trata­mento da epilep­sia, his­te­ria, doenças virais, como tosse con­vulsa, sarampo, gripe, intox­i­cação ali­men­tar, infecções dos órgãos repro­du­tores, pic­a­das de inse­tos, etc.


quinta-feira, 20 de junho de 2013

Bomba de Efeito Moral e Gas Lacrimogeneo

Bomba de Efeito Moral e Gás Lacrimogêneo






















Arma de efeito moral é o tipo de arma que têm a capacidade de despertar no indivíduo sensações altamente incômodas, tirando-lhe poder de reação, facilitando assim o controle de grandes grupos de manifestantes.


Gás lacrimogêneo
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: 
http://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%A1s_lacrimog%C3%AAneo


Bombas de gás lacrimogêneo em uso na França.

gás lacrimogêneo explodindo.

Gás lacrimogêneo (português brasileiro) ou gás lacrimogéneo (português europeu) (do latimlacrima = lágrima) é um nome genérico dado a vários tipos de substâncias irritantes da pele,olhos (pode causar cegueira temporária) e vias respiratórias, tais como o brometo de benzila, ou o gás CS (clorobenzilideno malononitrilo). 


O uso crescente do gás lacrimogêneo, pela polícia e exército, como arma de "controle de multidões" deveu-se ao fato de, supostamente, ser capaz de dispersar multidões sem causar efeitos letais (mortes). 

Os primeiros estudos clínicos mostravam que o gás causava irritação e mal-estar e, em concentração controlada, era incapaz de deixar marcas ou causar óbitos. 

Por isso era chamado de arma não letal

Porém, em crianças de colo o efeito pode ser consideravelmente perigoso.

Gases lacrimogênios populares são os irritantes oculares CS, CN (cloroacetofenona) e CR(dibenzoxazepina), e o irritante respiratório aerossol de pimenta ou gás OC (de oleorresinaCapsicum).


Índice
1 Fórmulas
2 Utilização
3 Efeitos
4 Referências
5 Ligações externas

Fórmulas

A forma mais comum de gás lacrimogêneo, o CS (chlorobenzylidenemalononitrile), foi desenvolvido nos anos 50, na Inglaterra, pelo laboratório CBW (no polêmico centro de pesquisas de armas químicas de Porton Down).

 Depois, nos anos 1960, foi utilizado em larga escala pelos Estados Unidos durante a Guerra do Vietnam.

Suas fórmulas variam. Podem ser, por exemplo, cloro-acetona (CH3–CO–CH2–Cl), bromo-acetona (CH3–CO–CH2–Br) ou acroleína (CH2=CH–COH). O CS é mais forte que o CN, porém desvanece mais rápido.

Qualquer composto químico que produza estes efeitos pode ser chamado lacrimogêneo, mas a denominação "agente de controle antidistúrbio" ou "gás lacrimogêneo" refere-se um produto químico lacrimogêneo escolhido por sua baixa toxicidade e por, supostamente, não ser letal.

Utilização
Estes produtos químicos se utilizam para dispersar multidões e são amplamente utilizados por forças policiais de todo o mundo, tanto em invasões de instalações, quanto no controle de tumultos de rua, já que podem produzir rapidamente irritação ou incapacitação sensorial, efeitos que desaparecem após cessada a exposição.

 Também podem ser utilizados em guerra química, ainda que seu uso em guerra seja uma violação da Convenção sobre Armas Químicas.

Estes gases podem ser dispersos por meio de sprays (aerossol) de mão, por meio de recipientes que emitem gás a um ritmo fixo ou de forma explosiva. 

Tais recipientes são tanto construídos na forma de granadas de mão como projéteis a serem lançados tanto de armas adequadas portáteis como fixas em veículos ou mesmo por morteiros

Podem ainda ser construídas conjuntamente com bombas de efeito moral, liberando o gás conjuntamente com explosão de ruído extremamente intenso.

Efeitos

Os efeitos da exposição ao gás lacrimogêneo são reações involuntárias de lacrimação com uma forte sensação de queimadura nas terminações nervosas da pele. 

Coceiras, inflamações, dor de cabeça, leve vertigem, sensação de insuficiência respiratória são os efeitos mais comuns.

Atualmente, os gases lacrimogêneos, incluindo o gás de pimenta, são legalizados em alguns países, apenas como armas para auto-defesa, porém tais armas - disponíveis em embalagens portáteis, como latas de spray - necessitam de licença e treinamento para seu porte e seu uso é restrito.

Quando acionada, ela inflama uma mistura química que explode com grande estrondo, normalmente espalhando uma nuvem de talco. 

Há também a bomba de fumaça, usada para obscurecer a visão; a flashbang, que produz um clarão que desorienta a vítima temporariamente; e a de gás lacrimogêneo, que irrita as mucosas de olhos, nariz, boca e pulmões, fazendo a pessoa espirrar, chorar e tossir fortemente. 

Mas, enquanto as granadas militares soltam estilhaços de metal mortíferos, as de efeito moral são feitas com um plástico que se desintegra - assim, não ferem ninguém, pelo menos em teoria.

Na prática, as explosões são fortes o suficiente para provocar contusões graves em quem estiver por perto.

 "Em altas concentrações, até o gás lacrimogêneo pode ser fatal. Por isso, os profissionais que empregam essas bombas têm que ser muito bem treinados", diz o delegado Maurício Lemos Freire, especialista no assunto, da Academia de Polícia Coriolano Cobra, em São Paulo.

Referências
Jones, Dane (1996) página de artgalleryplus.com Acesso em 2 de dezembro de 2007
Exército Brasileiro (s/d) site do EB Acesso em 2 de dezembro de 2007
"What Tear Gas do?" (s/d) site HowStuffWorks.com Acesso em 29 de novembro de 2007
Ligações externas
Agentes antidistúrbios


Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo.


Leite integral alivia os efeitos do spray de pimenta

Leite integral alivia os efeitos do spray de pimenta









O spray de pimenta é muito útil para os interessados em se proteger de criminosos violentos. 

O spray de pimenta é uma substância à base de óleo derivado da queima de oleorresina de capsicum e dói muito em contato com a pele ou olhos. 

Apesar de não causar dano a qualquer um, é muito doloroso e a dor demora a passar. 

Se acidentalmente pulverizado si mesmo ou outra pessoa inocente com seu spray de pimenta, você vai precisar de mais do que a água para lavar.

Instruções

Não esfregue a área afetada pelo spray de pimenta, sob quaisquer circunstâncias.

 Você deve resistir à tentação de esfregar spray de pimenta mais profunda em sua pele, especialmente se você tem isso em seu rosto. 
Esfregar não vai aliviar seu desconforto.

Remover as lentes de contato e jogue-as fora, se você tem o spray de pimenta nos olhos.

 Seria quase impossível de limpar.

 Lavar os olhos com soro fisiológico, abrir e fechar, e esperar cerca de 30 minutos para remover o spray de pimenta em seus olhos.

 Não coloque sabão em seus olhos.

Mergulhe a área afetada em leite integral.

 Leite integral não vai extrair o óleo, mas vai aliviar a sensação de queimação. 

Se você tem o spray de pimenta no rosto, passe leite no rosto. Aplique leite com um frasco de spray ou uma toalha.

Criar uma mistura de 25 por cento de detergente Dawn e 75 por cento de água. Fazer pelo menos 4 litros desta mistura. Lave a área afetada pelo menos sete ou oito vezes.

Coloque a solução em um recipiente grande o suficiente para você mergulhar seu rosto nele, se você tem o spray de pimenta no rosto. Imergir o rosto durante 10 a 15 segundos de cada vez, permitindo que o detergente se decompor no petróleo. Não toque em seu rosto ou evite tocá-lo com um pano.

Mergulhe as mãos na solução de detergente e limpe o rosto ou área afetada. Isto fará com que o spray de pimenta volte a queimar, porque vai permitir que mais capilares da pimenta se abram. Isto é normal.

Fazer uma nova solução. Uma vez que a dor se tornar tolerável, iniciar a lavagem do rosto ou área atingida entre as aplicações da solução. 

Demora entre 15-45 minutos para diminuir a dor, dependendo do seu tipo de pele.

Procure ajuda médica imediatamente se você é asmático ou alérgico a pimenta.



Granada explosiva com gás pimenta
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Granada_explosiva_com_g%C3%A1s_pimenta

Granada explosiva com gás pimenta é um dispositivo não letal desenvolvido a partir do spray de pimenta

Enquanto este é usado em situações que envolvam poucos indivíduos, a granada atua em circunstâncias de contenção de grandes grupos.

Atualmente, existem duas versões da granada:

Para ambientes externos, como ruas, praças e estádios
Para ambientes fechados, onde seja necessária a invasão da polícia, tendo em vista que os efeitos do gás de pimenta provocam atordoamento, o que favorece a intervenção policial.


Índice
1 Gás pimenta
1.1 Uso do gás e cuidados
2 A granada
3 Fontes
4 Ligações externas

Gás pimenta

Originalmente desenvolvido para repelir animais perigosos, o spray de pimenta logo fez sucesso entre os carteiros americanos, para se proteger de um dos seus maiores inimigos: os cachorros.

Criado a partir da capsicina, substância encontrada em pimentas e pimentões do gênero Capsicum, normalmente utilizados na culinária, o gás de pimenta provoca forte reação inflamatória das mucosas, principalmente vias respiratórias, olhos e pele. Por isso, o indivíduo atingido pelo composto sofre severa ardência nos olhos e irritação da pele e vias respiratórias, tornando-se mais suscetível ao controle dos policiais. Tais efeitos têm duração variada, dependendo da quantidade que atinge o sujeito. A fim de dificultar a retirada rápida do produto, é acrescentada à composição do gás pimenta uma espécie de óleo sintético.

Uso do gás e cuidados

Em alguns países é permitido o uso do spray de pimenta para defesa pessoal e por profissionais como os carteiros, mas no Brasil o porte é proibido, sendo restrito ao aparato dos agentes de segurança pública.

Embora classificado como um dispositivo não-letal, é sempre fundamental a ressalva de que sua utilização deve ocorrer apenas quando estritamente necessário.

Nos Estados Unidos, entidades afirmam que o uso do gás pimenta já provocou dezenas de mortes, apontando risco de seu uso em pessoas com problemas respiratórios ou gestantes.

Mesmo que não haja confirmação de tais fatos, é recomendável que, em caso de uso do spray para dominar um indivíduo que venha a ser preso, uma vez sob custódia este seja mantido em ambiente ventilado, para evitar eventuais crises respiratórias. Pode-se orientá-lo a piscar mais os olhos e, se necessário, permitir a lavagem do rosto com água e sabão (ou detergente) a fim de diminuir os efeitos do gás.

Também deve-se evitar o uso próximo ao fogo.
A granada

Segundo o fabricante brasileiro, a granada explosiva com gás de pimenta "tem formato cilíndrico, e é dotada de acionador tipo EOT (espoleta de ogiva de tempo), com argola e grampo de segurança. Contém misto explosivo de baixa velocidade e uma carga de pimenta em pó (OC)". Explica ainda que "o sistema de duplo estágio utilizado faz com que o corpo rígido do acionador seja ejetado antes da explosão da granada. Com isso, ao explodir, a granada lançará apenas fragmentos".

Desta forma, "ao ser lançada a granada, após a retirada do grampo de segurança, o sistema de percussão ejeta a alça do acionador, percute a espoleta e inicia o funcionamento da coluna de retardo até a detonação da granada. Com a detonação forma-se uma nuvem de fumaça contendo partículas de pimenta".

Em áreas abertas, a distância segura mínima para lançamento da granada é de dez metros. Em ambientes fechados, o uso deve ser criterioso e avaliado com cuidado, para não expor os agentes de segurança pública, o que, como é lógico, causaria efeito contrário ao esperado, comprometendo a eficiência da intervenção policial.

Fontes
TEXTO PRODUZIDO COMO ARTIGO PARA O 15° CICLO DO CURSO TÉCNICAS E TECNOLOGIAS NÃO LETAIS DE ATUAÇÃO POLICIAL, DA SECRETARIA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA (SENASP), POR AUGUSTO JUAREZ SANTANA.
Curso Técnicas e Tecnologias Não Letais - Senasp
Ligações externas
Portal “Como tudo funciona”
Condor (fabricante)
Artigo da Revista Veja sobre o spray de pimenta

Sarin e Tabun armas de destruicao em massa






Sarin e Tabun, armas de destruição em massa

Sarin
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sarin

Sarin
Alerta sobre risco à saúde1

Nome IUPAC 2-(fluoro-metil-fosforil)oxipropano
Outros nomes Metilfosfonofluoridrato de O-isopropila2
Identificadores
Número CAS 107-44-8
PubChem 7871
SMILES

InChI InChI=1/C4H10FO2P/c1-4
(2)7-8(3,5)6/h4H,1-3H3
Propriedades
Fórmula molecular C4H10FO2P
Massa molar 140.09 g/mol
Aparência Líquido incolor. Inodoro na forma pura.
Densidade 1.0887 g/cm³ at 25 °C
1.102 g/cm³ at 20 °C
Ponto de fusão

-56 °C, 217 K, -69 °F
Ponto de ebulição

158 °C, 431 K, 316 °F
Solubilidade em água miscível
Riscos associados
Classificação UE Extremely Toxic (T+), Corrosive (C), Liquid form burns skin
NFPA 704

0
4
2

Compostos relacionados
Ésteres do ácido metilfosfonofluorídrico relacionados Soman(metilfosfonofluoridrato de o-pinacolila)
Compostos relacionados Difluoreto de metilfosfonila (CH3POF2)
Excepto onde denotado, os dados referem-se a
materiais sob condições PTN
Referências e avisos gerais sobre esta caixa.
Alerta sobre risco à saúde.



Sarin (C4H10FO2P) é uma substância tóxica que atua essencialmente sobre o sistema nervoso. Muito utilizada em guerra química.

O sarin é um composto organofosforado. Essa classe de compostos foi sintetizada pela primeira vez em 1936 pela equipe do químico Gerhard Schrader, que tentava desenvolver pesticidas de uso agrícola. O caso mais recente de utilização de sarin foi um atentado terrorista ao metrô de Tóquio, no Japão, em1995. A seita japonesa radical Verdade Suprema foi a responsável pelo atentado, que deixou doze mortos e 5 mil feridos. Outro composto organofosforado de efeito devastador é o tabun.

Ele faz parte dos produtos controlados, no Brasil, pelo exército.2 Foi classificada como arma de destruição em massa pela resolução 687 das Nações Unidas. No critério da CWC a substância é listada no cronograma 1.


Índice 
1 O que causa
2 Antídotos
3 Síntese
4 Referências
5 Ligações externas

O que causa

Os compostos organofosforados agem sobre o sistema muscular por meio de uma competição com um importante neurotransmissor, a substância Acetilcolina, envolvida tanto no sistema nervoso central quanto no sistema nervoso periférico, pois sua liberação nas ramificações do axônio contribuem para a contração e relaxamento musculares. A Acetilcolina é degradada pela enzima Acetilcolinesterase, fazendo com que a contração e relaxamento dos músculos sejam interrompidos.

Os sinais da intoxicação incluem: fortes contrações musculares, salivação abundante, diminuição da frequência cardíaca, sudorese, náuseas, vômitos, cegueira temporária ou permanente e paralisia; pode ocasionar ação também no sistema nervoso central, que resulta em convulsões, com alto índice de mortalidade. A contaminação faz com que haja uma insuficiência para realização de funções básicas, como a respiração e o controle dos batimentos cardíacos, já que os músculos são severamente afetados.
Antídotos

O tratamento deste tipo de exposição pode incluir, entre outros, o uso da atropina - sulfato de atropina - para o combate de efeitos periféricos e substâncias anticonvulsivantes, para os efeitos centrais.
Síntese 

Os precursores diretos do sarin é o Difluoreto de metilfosfonila (CH3POF2) e o Álcool isopropílico (C3H7OH) que resulta em Sarin + ácido fluoridrico.

Referências


Material Safety Data Sheet -- Lethal Nerve Agent Sarin (GB). 103d Congress, 2d Session. United States Senate (May 25, 1994). Página visitada em 2004-11-06.
a b Relação de Produtos Controlados pelo Exército Brasileiro - site oficial
Ligações externas
http://www.quiprocura.net/armasq/sarin.htm


Tabun

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tabun

Tabun
Alerta sobre risco à saúde

Nome IUPAC Ethyl N,N-Dimethylphosphoramidocyanidate
Outros nomes GA; Ethyl dimethylphosphoramidocyanidate; Dimethylaminoethoxy-cyanophosphine oxide; Dimethylamidoethoxyphosphoryl cyanide; Ethyl dimethylaminocyanophosphonate; Ethyl ester of dimethylphosphoroamidocyanidic acid; Ethyl phosphorodimethylamidocyanidate; Cyanodimethylaminoethoxyphosphine oxide; Dimethylaminoethodycyanophosphine oxide; EA1205
Identificadores
Número CAS
Propriedades
Fórmula química C5H11N2O2P
Massa molar 162.12 g mol-1
Aparência Colorless to brown liquid
Densidade 1.0887 g/cm³ at 25 °C
1.102 g/cm³ at 20 °C
Ponto de fusão

-50 °C, 223 K, -58 °F
Ponto de ebulição

247.5 °C, 521 K, 478 °F
Solubilidade emágua 9.8 g/100 g at 25 °C
7.2 g/100 g at 20 °C
Pressão de vapor 0.07 mmHg (9 Pa)
Farmacologia
Riscos associados
Principais riscos
associados
Toxic. Fires involving this chemical may result in the formation ofhydrogen cyanide
NFPA 704

2
4
1

Ponto de fulgor 78 °C
Excepto onde denotado, os dados referem-se a
materiais sob condições PTN
Referências e avisos gerais sobre esta caixa.
Alerta sobre risco à saúde.



Tabun é um gás, de fórmula C5H11N2O2P, utilizado como arma química, descoberto na Segunda Guerra Mundial. É uma substância muito tóxica, sendo uma substância incolor e de fraco odor.1 É classificado pelas Nações Unidas como arma de destruição em massa, segundo a Resolução 687 daONU.


Índice
1 História
2 Efeitos nos humanos1
3 Outros nomes
4 Notas e referências

História
Foi descoberto acidentalmente em 1936 pelo investigador alemão Gerhard Schrader. Ele estava pesquisando sobre inseticidas organofosforados para a IG Farbem Farmacêutica.

Efeitos nos humanos
1 

Ao haver contato com a pele ou inalação ele pode produzir uma obstrucão da vista. Segundo o tipo de exposicão gera contrações musculares, convulsões, estados de coma e paralisia do sistema respiratório, provocando a morte da pessoa.
Lacrimejamento
Pupilas pequenas, em ponta de alfinete
Dor nos olhos
Visão borrada
Salivação e suor excessivo
Tosse
Pressão no peito
Respiração rápida
Diarréia
Aumento de volume de urina
Confusão mental
Debilidade
Cefaleia
Náusea, vômito e/ou dores abdominais
Alterações de ritmo cardíaco e pressão sanguínea
Outros nomes 
GA
Etílico dimethylphosphoramidocyanidate
Dimethylaminoethoxy-cyanophosphine oxide Dimethylaminoethoxy-cyanophosphine óxido
Dimethylamidoethoxyphosphoryl cyanide Dimethylamidoethoxyphosphoryl cianeto
Ethyl dimethylaminocyanophosphonate Etílico dimethylaminocyanophosphonate
Ethyl ester of dimethylphosphoroamidocyanidic acid Éster etílico do ácido dimethylphosphoroamidocyanidic
Ethyl phosphorodimethylamidocyanidate Etílico phosphorodimethylamidocyanidate
Cyanodimethylaminoethoxyphosphine oxide Cyanodimethylaminoethoxyphosphine óxido
Dimethylaminoethodycyanophosphine oxide Dimethylaminoethodycyanophosphine óxido
EA1205
Notas e referências

a b CDC. Datos sobre el tabun. Página visitada em 14/10/2009.

A Revolta do Vintém e a Revolta do Vinagre

A Revolta do Vintém


Recebido de Mirzti Lima Ribeiro


Curiosidades:
E a história se repete...
Vocês já leram sobre a revolta do vintém??
A Revolta do Vintém foi um protesto ocorrido entre 28 de dezembro de 1879 e 04 de janeiro de 1880, nas ruas do Rio de Janeiro, capital do império brasileiro, contra a cobrança de vinte réis, ou seja, um vintém, nas passagens dos bondes.

Quase 5 mil manifestante se posicionaram em frente ao campo de São Cristóvão, para exigir a diminuição da taxa cobrada pelo transporte público.
Os revoltosos foram contidos pelas autoridades policiais e permaneceram a espera de uma resposta do jornalista republicano Lopes Trovão, um dos principais lideres do protesto. O imperador prometeu negociar, a fim de resolver a disputa, mas Trovão rejeitou o seu pedido e convocou a população, através do jornal Gazeta da Noite, a reagir contra a medida imperial.

Aos gritos de "Fora o vintém" a população iniciou o movimento de rebelião.
Desgastado, o ministério caiu, tendo o novo ministério revogado o tributo.

Menos de 10 anos depois, o Império caiu e o Brasil se tornou uma Republica.

E pensar que toda essa mudança no país começou com um aumento no transporte público...o aumento de um vintém nas passagens dos bondes.
Não é interessante??

Revolta do Vintém (Rio de Janeiro)
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Fonte: 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolta_do_Vint%C3%A9m_(Rio_de_Janeiro)

Revolta do Vintém foi um protesto ocorrido entre 28 de dezembro de 1879 e 4 de janeiro de 1880, nas ruas do Rio de Janeiro, capital do império brasileiro, contra a cobrança de vinte réis, ou seja, um vintém, nas passagens dos bondes, instituída pelo ministro da fazenda, Afonso Celso de Assis Figueiredo, futuro Visconde de Ouro Preto. Aos gritos de "Fora o vintém" a população espancou os condutores, esfaqueou os burros, virou os bondes e arrancou os trilhos ao longo da Rua Uruguaiana.

A estatística de feridos e mortos não é precisa, estima-se entre 15 e 20 feridos e entre 3 e 10 mortos. Desgastado, o ministério caiu, tendo o novo ministério revogado o tributo.

No final de 1879, a cidade do Rio de Janeiro, então capital do Brasil Imperial, assistiu a deflagração de uma revolta de caráter eminentemente popular. Um levante de aproximadamente cinco mil manifestantes se colocou em frente o campo de São Cristóvão, sede do palácio imperial, para exigir a diminuição da taxa de vinte réis (um vintém) cobrados sobre o transporte público feito pelos bondes de tração animal que serviam a população. 1

Contidos pelas autoridades policiais, os revoltosos esperavam uma resposta de um dos principais líderes daquele protesto: o jornalista Lopes Trovão. O imperador, que prometia abrir negociação para resolver a contenda, teve seu pedido negado pelo jornalista republicano que adotou uma nova estratégia. Lançando seus argumentos no jornal Gazeta da Noite, Lopes Trovão convocava a população carioca a reagir com violência contra a medida imperial.

No primeiro dia do ano seguinte, data em que o valor seria oficializado, novos levantes seriam organizados pelos populares simpatizantes à causa. Mais uma vez incitados por Lopes Trovão, uma massa de revoltosos se dirigiu até o Largo do São Francisco, local de partida e chegada da maioria dos bondes. A presença de autoridades policiais só aumentou o clima de tensão instaurado. Impacientes, os revoltosos começaram a gritar “fora o vintém”, esfaquear mulas e espancar os condutores dos bondes.

Os policiais, sem condições de fazer oposição ao protesto, logo pediram o auxílio das autoridades do Exército. A chegada das tropas exaltou ainda mais os ânimos da multidão, que passou a lançar pedras contra a cavalaria oficial. Ameaçados pela turba, os oficiais abriram fogo contra a multidão. Em pouco tempo, a saraivada de tiros dispersou os manifestantes a custa de uma dezena de mortos e feridos. Passado o calor dos acontecimentos, o motim popular foi completamente desarticulado nos dias posteriores.

O alvoroço trazido pelo episódio trágico forçou as autoridades e companhias de bonde a anularem o reajuste do transporte. Na verdade, essa medida de reajuste era um reflexo das medidas orçamentárias tomadas pelo governo mediante a recessão econômica experimentada no ano de 1877. Nesse sentido, a cobrança do vintém atingia em cheio o bolso de setores médios e baixos da população do Rio de Janeiro. Mesmo não sendo uma revolta de caráter republicano, a Revolta do Vintém foi um indício das mudanças sociais, políticas e econômicas dos finais do governo de Dom Pedro II.1

Atualidade

A Revolta do Vintém foi comparada pelo jornal The New York Times2 á protestos contra o aumento das tarifas de transporte público no Brasil em 2013 (ou como também é chamada atualmente revolta do vinagre) contra o reajuste dos preços das passagens dos ônibus municipais, do metrô e dos trens urbanos de R$ 3,00 para R$ 3,20.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Professor que vai para protesto no Brasil recebe dinheiro ao ser assaltado

Professor que vai para protesto no Brasil recebe dinheiro ao ser assaltado.



























Confira no Youtube em 

Assalto a professor no brasil e assim








Movimento em Blumenau, confira!
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Acorda Brasil, vamos Aproveitar o Momentum que está sendo criado e continuar caminhando nesta causa que o Povo Brasileiro merece ganhar em grande estilo.



Veja tambem: Fonte: http://blogs.estadao.com.br/estadao-urgente/manifestantes-fazem-quinto-ato-contra-o-aumento-da-tarifa-de-onibus-em-sao-paulo/

Protestos contra o aumento da tarifa de ônibus se espalham pelo Brasil

01h51 – Cerca de 100 manifestantes ainda se reúnem em frente ao Palácio dos Bandeirantes e prometem passar a noite em frente ao  Portão 2.
00h03 - Manifestantes forçaram motoristas de dois ônibus biarticulados que passavam pela Avenida Morumbi a bloquear a via. O grupo entrou nos coletivos, buzinou e roubou extintores, espalhando fumaça aleatoriamente. Cerca de 300 pessoas ainda estão no local. Veja vídeo da situação no momento:


Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Budapest alagada pede socorro

Budapeste alagada pede socorro








Fonte: Diário do Sudoeste

Publicado em 09 de Junho de 2013, às 12h31min

Cheia do rio Danúbio inunda cidades na Hungria e ameaça Budapeste
Fonte: 
http://www.diariodosudoeste.com.br/noticias/mundo/1,27985,09,06,cheia-do-rio-danubio-inunda-cidades-na-hungria-e-ameaca-budapeste.shtml

Diário do Sudoeste
FolhaPress
SÃO PAULO, SP, 9 de junho de 2013 (Folhapress) - O aumento do nível da água do rio Danúbio continua a provocar hoje inundações em cidades da Alemanha, da Áustria e da Eslováquia, e começa a chegar à Hungria. 

Na capital Budapeste, o nível do rio se aproxima de 9 metros, superando o recorde histórico. 

Segundo o primeiro-ministro, Viktor Orban, os diques da cidade só suportam mais 30 centímetros, que seriam alcançados nas próximas horas. "O ponto máximo se aproxima do coração do país, temos dois dias muito importantes pela frente". 

Na cidade, a água levará de sete a oito dias para baixar, segundo as previsões. 

A margem do rio será liberada quando o nível atingir menos de 6,5 m. 

De acordo com serviços de hidrologia, ainda hoje a cheia pode atingir 8,95 m em Budapeste. 

Os voluntários e os funcionários da Defesa Civil também trabalham sem pausa no oeste e noroeste do país, onde os recordes anteriores do nível das águas foram superados no sábado. 

Por precaução, quase 1.000 pessoas foram retiradas de suas casas em todo o país. 

Três cidades (Pilismarot, Domos e Kisoroszi) continuam isoladas.
 
Como a redução do nível da água será lenta, a força de proteção de diques deve permanecer até 13 de junho de 2013, no departamento de Gyor-Moson-Sopron, no oeste do país. 

Alemanha
A cheia do Danúbio também afeta Áustria e Eslováquia. Na Alemanha, militares, socorristas e voluntários lutavam contra as inundações mais graves dos últimos dez anos. 

Uma das situações mais críticas acontece em Magdeburg, no leste do país, onde áreas inteiras estão debaixo de água após a cheia do rio Elba. 
O nível fluvial chegou a 7,45 m neste domingo (em períodos normais fica apenas a 2 m) e bateu o recorde de 2002. 

Mais de 3.000 pessoas foram retiradas do bairro de Rothensee, onde centenas de soldados trabalham para reforçar um dique que protege uma instalação de energia elétrica crucial para impedir novos cortes de luz. 

Outras áreas foram evacuadas perto da cidade de Barby, onde confluem o Elba e o Saale. 

A mesma situação aconteceu em Aken, cidade de 8.000 habitantes.

 O presidente alemão Joachim Gauck pretende visitar as cidades afetadas pelas inundações nos Estados da Saxônia e Saxônia-Anhalt. 

O governo da chanceler Angela Merkel prepara uma reunião de crise com os governantes dos estados para avaliar os custos das inundações.

 "Enfrentamos uma catástrofe nacional", declarou uma deputada da Baviera, outra região muito afetada pelas inundações.