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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Maos que ajudam em Mogi das Cruzes em 2014

Mogi das Cruzes – Voluntários e amigos da Igreja de Jesus Cristo realizam o projeto Mãos que Ajudam o Meio Ambiente em 2014


No dia 11 de Outubro de 2014, jovens voluntários da Organização dos Rapazes e Moças, membros e amigos de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, realizaram uma iniciativa intitulada: Mãos Que Ajudam o Meio Ambiente. O projetou realizou plantio de mudas de árvores e contou com a parceria da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Mogi das Cruzes.
Participaram do projeto cerca de 60 jovens juntamente com a liderança e coordenadores do projeto da região. Esteve presente na ação o Vereador Clodoaldo, e o interessante é que ele levou seu filho para participar também, com os voluntários da Igreja. Seu filho Gustavo gostou de participar e rapidamente se entrosou com todos. “Foi uma experiência positiva ver pai e filho servindo juntos”, comentou Denilson Luz, diretor de Assuntos Públicos da região.

Fonte – Conselho de Assuntos Públicos Mogi das Cruzes
Denilson Luz – Diretor de Assuntos Públicos Conselho de Coordenação São Paulo Leste

Nei Garcia – Assuntos Públicos Brasil

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Saudades das cebolas do Egito

Saudades das cebolas do Egito
Foto: Breno Lerner - Autor do artigo referenciado abaixo.


O seguinte texto é de autoria de Jorge Purgly
Estimado leitor,
Como uma atividade de vida pode passar de geração em geração por até milhares de anos na mesma família.

Purløg em dinamarquês quer dizer “cebolinha” e esta é a origem dos meus antepassados: uma família de plantadores de alho e cebola, pertencentes à Tribo de Efraim.

Seguindo a história da família dos meus antepassados que se perde nas areias do tempo, começamos por Purgly, nome recente cujo "y"do sobrenome foi dado em 27 de outubro de 1820. Antes da Austro-Hungria a família esteve na Alemanha e anteriormente na Suíça, onde era chamada por Purgl.

Considerando a diáspora anterior, os Purgl vieram da Dinamarca, onde tinham o nome Purløg, isto é Cebolinha, que era o que eles plantavam e comercializavam: alho e cebola, provenientes de suas plantações em Puglia na Itália.A região de Puglia, chamada Pulia fica no salto da bota do mapa da Itália.

A partir deste ponto entra em cena a imaginação.

É fácil conceber os Puglianos em eras anteriores plantando e colhendo cebola nas terras do Antigo Egito.

E como nada acontece por acaso, a cidade de Makó, na Hungria foi muito famosa pelo seu plantio de alho e foi naquela região que os Purglys se instalaram.

Enfim, quem resiste aos deliciosos anéis de cebola frita, os famosos onion rings?

Segue o texto de Breno Lerner.

Do Egito, A Liberdade E A Cebola, O Alho, Os Pepinos...

Fonte: http://breno-lerner.blogspot.com.br/2013/05/do-egito-liberdade-e-cebola-o-alho-os.html



Breno Lerner - Papo de Cozinha

Breno Lerner é editor, formado e pós-graduado em administração de empresas pela FGV/SP. Estudioso e pesquisador da história da culinária, em especial da judaica, tem três livros publicados sobre o tema. Conduziu por três anos o programa de TV “A Cozinha da Idishe Mome” e ministra regularmente cursos e workshops de culinária. Colunista da Revista Menorah blerner@uol.com.br


Lembramo-nos dos peixes que, no Egito, comíamos de graça; dos pepinos, dos melões, dos alhos silvestres, das cebolas e dos alhos.” (Números 11:5) Por mais de uma vez meus assíduos leitores (??!!) viram esta passagem de Números em algum artigo meu.

A passagem dos judeus pelo Egito, do ponto de vista culinário, foi importantíssima.

Novos ingredientes, novos utensílios, novas técnicas de cozinha, novas tecnologias de cultivo, colheita e produção foram incorporadas à cultura eno/ gastro/culinária do povo judeu.

Talvez, as mais importantes contribuições tenham sido efetivamente o processo aprimorado de fermentação para o pão e cerveja, os fornos e ingredientes como os acima citados, além de formas mais racionais e produtivas de plantio e colheita.

No rigor da história não é definitiva a data de fixação dos judeus no Egito, ou seja, a ida das tribos representadas pelos irmãos de José.

Historiadores diversos atribuem este período a datas que vão de 1.600 a.C. a 1.550 a.C., ficando, portanto, muito difícil também descobrir qual teria sido o faraó que aceitou José como seu conselheiro/ ministro.

Já existe bastante certeza que o faraó que tornou os judeus escravos foi Ramsés II (reinado de 1.279 a 1.212 a.C.).

Para saber mais, clique em Mais informações, abaixo.