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segunda-feira, 22 de maio de 2017

Esperando o tecnico instalar a linha em casa. Uma história por dia 02

domingo, 21 de maio de 2017

Historinha da Rua Augusta. Uma historia por dia 01 por Jorge Purgly

sábado, 20 de maio de 2017

Perda de olfato se chama Anosmia

Perda de Olfato se chama Anosmia





Anosmia: tratamentos e causas

Fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/temas/anosmia

REVISADO POR

Dr. Alexandre Akio Nakasato

OTORRINOLARINGOLOGIA - CRM 115973/SP

ESPECIALISTA MINHA VIDA

★ diagnóstico • tratamento • prevenção

visão geral

O que é Anosmia?

Sinônimos: perda de olfato

A anosmia é a perda do olfato.

Ela pode ser um problema por si só ou um sintoma de outra complicação na saúde.

A anosmia pode durar pouco tempo, como quando a pessoa tem o nariz entupido devido a um resfriado, ou ser permanente.

Ela também pode ser parcial ou completa, contudo esta última é muito rara.

A anosmia tem prevalência na população geral de 19%.

Problemas com o revestimento interno do nariz

A anosmia pode ser causada pela irritação temporária ou permanente ou a destruição das membranas mucosas que revestem o interior do seu nariz e pode ocorrer devido a:

Causas

As causas da anosmia podem ser:

Problemas com o revestimento interno do nariz

A anosmia pode ser causada pela irritação temporária ou permanente ou a destruição das membranas mucosas que revestem o interior do seu nariz e pode ocorrer devido a:

Sinusite aguda

Resfriado comum

Rinite alérgica

Gripe

Rinite não alérgica

Estas condições são as mais comuns para a perda do olfato.

Obstruções das passagens nasais

Anosmia pode ser causada por algo fisicamente bloqueando o fluxo de ar através do nariz. Isto pode ocorrer devido a:

Deformidades ósseas dentro do seu nariz

Pólipos nasais

Tumores.

Danos no cérebro ou nervos

O seu sistema olfativo, que fornece o sentido do olfato, consiste de receptores no revestimento mucoso do nariz que enviam informações através dos nervos para o seu cérebro. Você pode perder o sentido do olfato se qualquer parte da via olfativa é danificada ou destruída. Isso pode acontecer como resultado de:

Idade

Donça de Alzheimer

Aneurisma cerebral

Cirurgia cerebral

Tumor cerebral, canceroso ou não

Exposições químicas a determinados inseticidas ou solventes

Diabetes

Doença de Huntington

Síndrome de Kallmann, incapacidade dos testículos para produzir espermatozoides

Síndrome de Klinefelter, condição em que os machos têm um cromossomo X extra na maior parte de suas células

Psicose de Korsakoff, doença do cérebro causada pela falta de tiamina

Desnutrição

Alguns medicamentos, por exemplo, aqueles voltados para pressão arterial elevada

Esclerose múltipla

Atrofia de múltiplos sistemas, doença progressiva do sistema nervoso

Doença de Paget, uma doença que afeta os ossos, as vezes faciais

Doença de Parkinson

Doença de Pick, uma forma de demência

Radiação

Rinoplastia

Esquizofrenia

Síndrome de Sjogren, uma doença inflamatória que causa geralmente boca e olhos secos

Lesão traumática cerebral

Deficiência de zinco

Lesão na cabeça

O envelhecimento e o fumo também podem causar a anosmia.

Para saber mais, clique sobre as letras pequenas abaixo, escrito Mais informações

sábado, 13 de maio de 2017

DOENÇA DE ALZHEIMER

Drauzio Varella
Fonte: https://drauziovarella.com.br/drauzio/artigos/doenca-de-alzheimer/
Enquanto na linguagem popular a palavra demência tem a conotação de loucura, em medicina é usada com o significado de declínio adquirido, persistente, em múltiplos domínios das funções cognitivas e não cognitivas. O declínio das funções cognitivas é caracterizado pela dificuldade progressiva em reter memórias recentes, adquirir novos conhecimentos, fazer cálculos numéricos e julgamentos de valor, manter-se alerta, expressar-se na linguagem adequada, manter a motivação e outras capacidades superiores.
Perder funções não cognitivas significa apresentar distúrbios de comportamento que vão da apatia ao isolamento e à agressividade.
Doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência neurodegenerativa em pessoas de idade. A causa da doença é desconhecida.
Fatores de risco
* Idade
Embora existam casos esporádicos em pessoas de 50 anos e a prevalência na faixa etária de 60 a 65 anos esteja abaixo de 1%, a partir dos 65 anos ela praticamente duplica a cada cinco anos. Depois dos 85 anos de idade, atinge 30 a 40% da população.
* História familiar
O risco é mais alto em pessoas que têm história familiar de Alzheimer ou outras demências. Estudo conduzido na Suécia entre 65 pares de irmãos gêmeos mostrou que quando um deles apresentava Alzheimer, o irmão gêmeo idêntico era atingido pela doença em 67% dos casos; o gêmeo diferente, em 22%.
* Síndrome de Down
Em portadores da síndrome de Down a doença surge com frequência mais alta e as alterações neuropatológicas se instalam mais precocemente.
* Apolipoproteína E
Além de outras funções, o colesterol é necessário para a integridade da bainha de mielina que envolve as raízes nervosas. A apolipoproteína é uma proteína presente na circulação, importante no transporte de colesterol no sistema nervoso central. Indivíduos em que essa proteína possui determinadas características genéticas têm probabilidade mais alta de desenvolver Alzheimer.
* Sexo
Parece haver pequeno predomínio da doença entre as mulheres. Para quem chegou aos 65 anos, o risco futuro de surgir Alzheimer é de 12% a 19% no sexo feminino; e de 6% a 10% nos homens.
* Trauma craniano
Boxeadores e pessoas que sofreram traumas cranianos parecem mais sujeitos à enfermidade, embora nem todos os estudos comprovem essa relação.
Fatores protetores
* Escolaridade
A aquisição de conhecimentos cria novas conexões entre os neurônios (sinapses) e aumenta a reserva intelectual, fatores que retardam o aparecimento das manifestações de demência. O analfabetismo e a baixa escolaridade estão associados à maior prevalência.
* Atividade física
Vários estudos sugerem que a atividade física tenha efeito protetor.
Quadro anátomo-patológico
Os doentes apresentam cérebros atrofiados de forma difusa, mas não uniforme; as áreas mais atrofiadas são principalmente as que coordenam atividades intelectuais.
Ao microscópio notam-se perda de neurônios e degeneração das sinapses. Duas alterações patológicas dominam o quadro: as placas senis e os emaranhados neurofibrilares.
Placas senis são formadas pelo depósito de uma proteína (beta-amiloide), no espaço existente entre os neurônios. Já, os emanharados neurofibrilares são formados por uma proteína (tau) que se deposita no interior dos neurônios.
As alterações cerebrais precedem as manifestações clínicas por 20 a 40 anos.
Quadro clínico
A doença se instala de forma insidiosa, com queixas de dificuldade de memorização e desinteresse pelos acontecimentos diários, sintomas geralmente menosprezados pelo paciente e familiares.
Inicialmente é comprometida a memória de trabalho, memória de curta duração que nos permite exercer a rotina diária. Os pacientes esquecem onde deixaram as chaves do carro, a carteira, o talão de cheques, o nome de um conhecido. Com o tempo, a pessoa larga as tarefas pela metade, esquece o que foi fazer no quarto, deixa o fogão aceso, abre o chuveiro e sai do banheiro, perde-se no caminho de volta para casa.
Caracteristicamente, esses “esquecimentos” se agravam quando o paciente é obrigado a executar mais de uma tarefa ao mesmo tempo. A perda de memória é progressiva e obedece a um gradiente temporal, segundo o qual a incapacidade para lembrar fatos recentes, contrasta com a facilidade para recordar o passado.
As primeiras habilidades perdidas são as mais complexas: manejo das finanças, planejamento de viagens, preparo de refeições. A capacidade de executar atividades mais básicas como vestir-se, cuidar da higiene ou alimentar-se, é perdida mais tardiamente.
Com o tempo a dificuldade de aprendizado se acentua. Quando
colocamos o paciente diante de uma lista de palavras e pedimos que as evoque ao terminar de memorizá-las, o desempenho é medíocre.
A linguagem, comprometida discretamente no início do quadro, torna-se vazia, desprovida de significado, embora a fluência possa ser mantida. A orientação espaço-visual se deteriora, criando dificuldade de orientação e de reconhecimento de lugares anteriormente bem conhecidos.
O quadro degenerativo se estende às funções motoras. Andar, subir escadas, vestir-se, executar um gesto sob comando, tornam-se atividades de execução cada vez mais problemática.
A percepção das próprias deficiências, preservada no início, fica gradualmente comprometida. Na fase avançada, mutismo, desorientação espacial, incapacidade de reconhecer faces, de controlar esfíncteres, de realizar as tarefas de rotina, pela alteração do ciclo sono/vigília e pela dependência total de terceiros são sintomas característicos da doença.
Dos primeiros sintomas ao óbito a sobrevida média é de 6 a 9 anos.
Estágios
De acordo com a intensidade do quadro degenerativo há três estágios clínicos: leve, moderado ou grave.
Existe grande variabilidade na duração desses estágios. Em alguns casos os sintomas evoluem lentamente possibilitando a manutenção de níveis funcionais razoáveis por muitos anos; em outros, a deterioração é mais rápida, mas ocorre em velocidade constante; em outros, ainda, a doença evolui em surtos de piora seguidos de fases de estabilidade que chegam a durar um ano ou mais.
Os estudos mostram que a duração de cada estágio também é extremamente variável. Em média, o primeiro estágio tem duração de 2 a 10 anos; o segundo, de 1 a 3 anos; e o terceiro, de 8 a 12 anos.
Esses estágios podem ser subdivididos em sete outros, com as seguintes características:
1 – Pré-clínico: silencioso; sem perda cognitiva observável;
2 – Transtorno cognitivo leve: primeiras evidências de perda cognitiva;
3 – Forma leve: esquecimentos; familiares e amigos notam o problema;
4 – Forma moderada: confusão mental; agitação; ansiedade; apatia;
5 – Forma moderadamente grave: não consegue lidar com afazeres pessoais; desorientação no tempo e espaço; dependência;
6 – Forma grave: necessita de cuidados em tempo integral; incontinência urinária e fecal; delírios; obsessões; freqüentemente requer internação;
7 – Forma muito grave: perda da fala; incapacidade de locomoção; perda da consciência.
Tratamento medicamentoso
O processo degenerativo na doença de Alzheimer leva à deficiência de diversos neurotransmissores, moléculas que atuam na condução dos estímulos nervosos transmitidos de um neurônio para outro.
Hoje, procuramos corrigir esse déficit com dois grupos de drogas: os inibidores das colinesterases e os antagonistas dos receptores de glutamato.
A acetilcolina é um neurotransmissor importante nos mecanismos de memória e aprendizagem. Na doença de Alzheimer, como conseqüência da degeneração dos neurônios, ocorre redução da atividade da acetilcolina por ação de enzimas que a degradam. Essa perda de atividade está associada ao declínio cognitivo.
Embora várias drogas estejam sendo testadas, atualmente, o tratamento mais eficaz se baseia na utilização das que inibem a ação enzimática responsável pela degradação da acetilcolina (inibidores da acetilcolinesterase).
Esses medicamentos têm eficácia documentada, e estão indicados no tratamento das formas leve ou moderada, com a finalidade de ajudar os pacientes a manter a habilidade de executar as atividades de rotina por mais tempo e de preservar a capacidade de relacionar-se com os familiares e amigos.
Resposta ao tratamento
A doença é incurável. O objetivo da terapêutica é retardar a evolução e preservar por mais tempo possível as funções intelectuais. Os melhores resultados são obtidos quando o tratamento é iniciado nas fases mais precoces.
Numa doença que progride inexoravelmente, nem sempre é fácil avaliar resultados. Por essa razão, é fundamental que os familiares utilizem um diário para anotar a evolução dos sintomas.
A memória está melhor? Os afazeres diários são cumpridos com mais facilidade? O quadro está estável? O declínio ocorre de forma mais lenta do que antes da medicação? Sem essas anotações fica impossível avaliar a eficácia do tratamento.
Princípios gerais
* Efeitos colaterais
As drogas pertencentes ao grupo dos anticolinesterásicos podem provocar sintomas gastrointestinais, circulatórios e alterações relacionadas com o sistema nervoso central. Na maioria das vezes, esses efeitos indesejáveis são passageiros, de curta duração e podem ser controlados ou desaparecer quando o médico reajusta as doses. Em caso de toxicidade, entre em contato com seu médico. Não suspenda o tratamento por conta própria.
* Duração do tratamento
Uma vez iniciado, o tratamento precisa ser reavaliado pelo médico ao completar um mês, mas deve ser mantido obrigatoriamente por um período mínimo de 3 a 6 meses, para que se possa ter idéia da eficácia. Enquanto a resposta for favorável, o medicamento não deve ser suspenso.
* Adesão
É fundamental a tomada diária nas doses e observar os intervalos prescritos. A administração irregular compromete o resultado final.
A população de mulheres e homens com mais de 65 anos é a que mais cresce no Brasil e em outros países. Com o aumento da longevidade, é cada vez mais comum o aparecimento de quadros neuropsiquiátricos caracterizados pelas seguintes manifestações:
* Falta de memória para acontecimentos recentes;
* Repetição da mesma pergunta várias vezes;
* Dificuldade para acompanhar conversações ou pensamentos complexos;
* Incapacidade de elaborar estratégias para resolver problemas;
* Dificuldade para dirigir automóvel e encontrar caminhos conhecidos;
* Dificuldade para encontrar palavras que exprimam ideias ou sentimentos pessoais;
* Irritabilidade, suspeição injustificada, agressividade, passividade, interpretações erradas de estímulos visuais ou auditivos, tendência ao isolamento.
Pessoas que apresentem manifestações como essas devem ser acompanhadas de perto, porque uma parcela significativa delas evolui para quadros de demência. Calcula-se que de 10% a 15% das que atingem 65 anos já apresentem sinais da enfermidade. Daí em diante, a prevalência cresce 3% ao ano, até atingir quase 50% das que chegam aos 85 anos.
Entre os quadros de demência, o mais comum é a doença de Alzheimer, descrita em 1907 pelo neurologista alemão Alois Alzheimer. Estima-se que, no mundo, haverá 22 milhões portadores desse mal em 2025.
A doença de Alzheimer instala-se quando o processamento de certas proteínas do sistema nervoso central começa a dar errado. Surgem, então, fragmentos de proteínas mal cortadas, tóxicas, dentro dos neurônios e nos espaços que existem entre eles. Como consequência dessa toxicidade, ocorre perda progressiva de neurônios em certas regiões do cérebro, como o hipocampo, que controla a memória, e o córtex cerebral, essencial para a linguagem e o arrazoamento, memória, reconhecimento de estímulos sensoriais e pensamento abstrato.
Estudos publicados na década de 1980 mostraram que a proteína que se acumula dentro dos neurônios (tau) dos doentes com Alzheimer, é diferente da que se acumula nos espaços existentes entre eles (beta-amilóide). A proteína beta-amilóide se deposita em placas que causam destruição de neurônios por criar processo inflamatório crônico nas regiões afetadas, interferir com a regulação de cálcio, essencial para a condução dos estímulos nervosos, e aumentar a produção de radicais livres, tóxicos para as células nervosas.
Certas famílias apresentam prevalência mais alta da doença de Alzheimer, mas podem surgir casos esporádicos da doença em famílias que nunca os apresentaram. Cerca de 10% a 60% dos pacientes com histórico familiar da doença apresentam instalação precoce e evolução rápida dos sintomas. Neles, foram descritas mutações de genes presentes nos cromossomos 1 e 14. Nas formas de Alzheimer que se instalam mais tardiamente, parece estarem envolvidos outros genes, ligados à apolipoproteína E, envolvida no transporte de colesterol e na reparação de defeitos celulares.
A doença de Alzheimer costuma evoluir de forma lenta e inexorável. A partir do diagnóstico, a sobrevida média oscila entre 8 e 10 anos. O quadro clínico costuma ser dividido em quatro estágios:
* Estágio 1 (forma inicial): Alterações na memória, personalidade e nas habilidades visuais e espaciais;
* Estágio 2 (forma moderada): Dificuldade para falar, realizar tarefas simples e coordenar movimentos. Agitação e insônia;
* Estágio 3 (forma grave): Resistência à execução de tarefas diárias. Incontinência urinária e fecal. Dificuldade para comer. Deficiência motora progressiva;
* Estágio 4 (terminal): Restrição ao leito. Mutismo. Dor à deglutição. Infecções intercorrentes.
Os conhecimentos acumulados nos últimos dez anos de pesquisas na doença de Alzheimer permitem esperar para breve o aparecimento de tratamentos eficazes. Estão sendo desenvolvidos compostos que bloqueiam as enzimas responsáveis pelo mau processamento da proteína beta-amilóide.
Outras linhas de pesquisa procuram minimizar os efeitos tóxicos dessa proteína administrando drogas antioxidantes, antiinflamatórios e moléculas que dissolvam os acúmulos patológicos que ela produz. Dale Schenck e colaboradores, da Elan Pharmaceuticals de São Francisco (EUA), estão testando uma vacina contra as placas de proteína beta-amilóide.
Embora esses tratamentos ainda estejam em fase puramente experimental, começam a surgir as primeiras evidências de que a doença pode ser controlada. Chegar aos 90 anos com lucidez parece que não será tão difícil quanto se imaginava há dez anos.

sábado, 22 de abril de 2017

Dinastia van Holland condes da Holanda

Dinastia van Holland condes da Holanda Condes da Holanda

Graven van Holland

Titulares


Casa de Orange-Nassau

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Disambig grey.svg Nota: Para outros significados de Nassau, veja Nassau (desambiguação).
Casa de Orange-Nassau
Huis Oranje-Nassau
Brasão de armas da casa de Orange-Nassau.
Estado Países Baixos
 Luxemburgo
TítuloPríncipe de Orange
Grão-Duque do Luxemburgo
Rei dos Países Baixos
Origem
FundadorGuilherme I de Orange
Fundação1544
Casa origináriaNassau
Atual soberano
Soberano Guilherme Alexandre dos Países Baixos
Linhagem secundária
-
Casa de Orange-Nassau (em neerlandês Oranje-Nassau) desempenhou um papel central na vida política dos Países Baixos desde Guilherme I de Orange (também cognominado de "Guilherme, o Taciturno" e "Pai da Pátria"), que liderou a revolta neerlandesa contra a jurisdição espanhola.

Historicamente

Ver artigo principal: Dinastia Nassau
Os Nassau saíram do que hoje é a Suíça. Ter-se-iam estabelecido na região do médio Reno, entre os vales do Meno, do Lahn e do Sieg, na segunda metade do século VIII. Pretendeu-se também que o ancestral fundador seria um nobre romano que acompanhava Júlio César na Campanha da Gália.
No século XII um certo Dudo-Henry de Laurenburg e Nassau (que teria morrido em 1117 ou 1124) era Conde de Idstein, Conde de Laurenburg em 1093, no século XII chamados Condes de Nassau. Dizia-se filho de Drutwin ou Trutwin, senhor de Lipporn. Há divergência quanto ao casamento: há historiadores que o dizem casado com Irmgarda, filha de Luís II, Conde de Arnstein, tendo dois filhos; outros, casado com Anastácia, filha de Luís II, Conde de Arnstein. Dele descendem os condes de Lauemburgo, que tinham castelo na ribeira do Lahn, vizinhanças de Limburgo. No século XII construíram outra cidade, Nassau, na margem esquerda do rio, terras reivindicadas também pelo Bispo de Worms. A disputa só se resolveu quando os Lauemburgo foram transferidos para a jurisdição do arcebispo de Trier, ou Trèves, em francês, que lhes concedeu a posse do novo castelo onde se instalaram doravante os chefes da família.

Henrique II

Henrique II (1180 ou 1190-1254) apelidado o Rico, co-Conde de Nassau 1198-1239, Conde de Nassau-Wiesbaden 1239-1249, quando abdicou, mandou construir o castelo de Dillenburgo, à beira do rio Dill, afluente do Lahn (hoje em Hessen, na atual Alemanha). Dillenburgo se tornou a sede da dinastia. Ali nasceriam o mais ilustre deles, Guilherme o Silencioso, ou o Taciturno. Casou em 1221 com Matilde da Guéldria (morta em 1288) filha de Oto II, Conde da Guéldria e de Zutphen. Dividiu as terras entre os filhos. Seus descendentes bifurcaram-se no ramo walramiano, que herdou as terras ao sul do Lahn, e no ramo otoniano, que herdou a área ao norte do Lahn, inclusive Siegen e Dillenburgo. Em 12 de dezembro de 1255 seu descendente Walram fundou a linha Nassau-Weilburgo (de onde sairá Adolfo de Nassau, eleito no século XIII Imperador contra um candidato Habsburgo), seu outro descendente Oto I de Nassau fundou a Linha Nassau-Dillenburgo.
No final da Guerra dos Oitenta Anos, levou à independência dos Países Baixos.
Apesar de os Países Baixos terem optado pelo regime republicano, o comando do país continuou nas mãos dos Orange-Nassau na função de Stadholder, cargo que no século XVIII tornou hereditário para a Casa de Orange-Nassau até serem derrubados pela onda revolucionária que varreu a Europa após a Revolução Francesa.
Com a restauração em 1813 o Príncipe Guilherme VI de Orange-Nassau tornou-se Príncipe Soberano dos Países Baixos e, em 1815, Rei do Reino Unido dos Países Baixos.

Árvore genealógica

João V, conde de Nassau-Dietz, 1455-1516, Stadholder de Gelderland
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João IV, Príncipe de Orange, 1475-1502
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Willem o Rico, conde de Nassau-Dillenburg 1487- 1559
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Henrique III, conde de Nassau-Breda 1483-1538
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Cláudia de Châlon 1498–1521
Filiberto de Châlon, Príncipe de Orange, 1502-1530
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Guilherme I, "o Taciturno" 1533-1584, Príncipe de Orange 1544, Stadholder da Holanda, Zelândia & Utrecht, assassinado por agente espanhol
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Luís 1538–1574, morto em batalha contra a Espanha
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Adolfo 1540–1568, morto em batalha contra a Espanha
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Henrique 1550-1574, morto em batalha contra a Espanha
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João VI "o Velhor" 1535–1606, Stadholder de Gelderland
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René de Châlon 1519–1544, Príncipe de Orange,1521
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Blason René de Nassau-Dillenbourg, Prince de Châlon-Orange.svg
Filipe Guilherme 1554–1618, Príncipe de Orange, 1584
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Maurício 1567–1625, Príncipe de Orange,1618, Stadholder da Holanda, Zelândia, Utrecht, etc.
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Arms of Maurice or Nassau Prince of Orange.PNG
Frederico Henrique 1584–1647, Príncipe de Orange, 1625, Stadtholder da Holanda, Zelândia & etc.
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Luísa Juliana 1576-1644 casada com Frederico IV Eleitor Palatino de quem a família real britânica descende
Elisabeth 1577-1642 casada com Henri de La Tour d'Auvergne, Duque de Bouillon
illeg.
Justinus van Nassau (1559 – 1631)
Almirante & General, Gov de Breda 1601-1625
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Guilherme Luís "Us Heit", conde de Nassau-Dillenburg 1560–1620, Stadtholder de Friesland, Groningen e Drenthe
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Ernst Casimir, conde de Nassau-Dietz 1573–1632, Stadtholder de Friesland, Groningen e Drenthe
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João VII "o Meio", conde de Nassau-Siegen, 1561–1623
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illeg
Guilherme de Nassau (1601–1627), Senhor de de Lek
ileg
Luís de Nassau, Senhor de De Lek e Beverweerd (1602– 1665)
Blason Nassau-LaLecq Beverweert Ouwerkerk Odijk.PNG
Frederico V, Eleitor Palatino, 1610 & Rei da Boêmia 1619-21
Henri de la Tour d'Auvergne, Vicomte de Turenne & Marechal-General da França 1611-1675
Carlos I, Rei da Inglaterra 1625-1649
Crown of Saint Edward (Heraldry).svg
Carlos II
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Guilherme II 1626-1650,Príncipe de Orange & Stadholder da Holanda, Zelândia, etc, 1647
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Maria,Princesa Real
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Jaime II
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Louise Henriette (1627-1667) casada com Frederico Guilherme, Eleitor de Brandemburgo ascendentes dos Reis da Prússia e depois Imperadores alemães
illeg.
Frederick Nassau de Zuylestein (1608–1672)
general do exército, ascendente dos Condes de Rochford na Ingalterra
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Albertina Agnes(1634– 1696)
Guilherme Frederico,1613-1664 conde depois Príncipe de Nassau-Dietz,Stadtholder de Friesland, Groningen e Drenthe
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Henrique Casimiro I conde de Nassau-Dietz,1612–1640,Stadtholder de Friesland, Groningen e Drenthe
Nassau-Diez 1636 wapen.svg
João Maurício "o Brasileiro", Príncipe de Nassau-Siegen,1604–1679,gov. do Brasil Holandês, Marechal de campo do exército holandês
Blason Nassau-Dillenbourg.svg
Guilherme III 1650-1702,Príncipe de Orange 1650, Stadholder da Holanda, Zelândia, etc, 1672, Rei da Inglaterra, 1689
Heraldic Royal Crown (Common).svgCrown of Saint Edward (Heraldry).svg
Willem van Oranje wapen.svgRoyal Arms of England (1694-1702).svg
Maria II da Inglaterra
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Royal Arms of England (1689-1694).svg
cedeu as terras de Orange para a França em 1713, mas manteve o direito de usar o título em sua forma alemã: atualmente Jorge Frederico da Prússia, "Prinz von Oranien"
Henrique Casimiro II, Príncipe de Nassau-Dietz,1657-1696,Stadtholder de Friesland, Groningen e Drenthe
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João Guilherme Friso 1687-1711, apontado herdeiro por Guilherme III, Príncipe de Orange, 1702, Stadholder de Friesland 1696
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Ana, Princesa Real da Inglaterra
Guilherme IV 1711–1751, Príncipe de Orange, Stadholder da Holanda, Zelândia, etc. 1747
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Guilhermina da Prússia
Guilherme V 1748–1806, Príncipe de Orange,1751 Stadholder da Holanda, Zelândia, etc. 1751-1795
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Arms of Johan Willem Friso as Prince of Orange.JPG
Carolina 1743–1787
Carlos Cristiano, Príncipe de Nassau-Weilburg, 1735-1788
Princesa Luísa de Orange-Nassau, 1770– 1819 casada com Karl, Príncipe Hereditário de Braunschweig(-Wolfenbuttel), filho da Princesa Augusta da Grã-Bretanha
Príncipe Frederico de Orange-Nassau, 1774–1799 em General austríaco, sem descendência
Guilherme VI, Fürst de Nassau-Orange-Fulda 1803–1806, Fürst de Nassau-Orange, Príncipe de Orange 1806
depois
Guilherme I, Rei dos Países Baixos 1815
Heraldic Royal Crown (Common).svg
Arms of Sovereign Prince William I of Orange.svg
Frederico Guilherme, Príncipe de Nassau-Weilburg, 1768-1816
Família Real dos Países Baixos, consulte a próxima tabela abaixo
Guilherme, Duque de Nassau, 1792-1839
Adolfo 1817–1905, Duque de Nassau 1839-1866,Grão-Duque de Luxemburgo, 1890-1905
Família grão-ducal luxemburguesa


Guilherme I, 1772-1843, Rei dos Países Baixos, 1815-1840
Royal Crown of the Netherlands (Heraldic).svg
Royal Arms of the Netherlands (1815-1907).svg
Guilhermina da Prússia
Wappen Preußen.png
Guilherme II, 1792-1849, Rei dos Países Baixos, 1840
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Ana Pavlovna da Rússia
Mali tsr.svg
Príncipe Frederico dos Países Baixos, 1797-1881
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Arms of the second son of the king of the Netherlands.svg
[1][2]
Paulina de Orange-Nassau, 1800-1806
Princesa Mariana dos Países Baixos, 1810-1883
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 [3]
casou com o Príncipe Alberto da Prússia (1809-1872)
Ema de Waldeck-Pyrmont
Guilherme III, 1817-1890, Rei dos Países Baixos, 1849
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Sofia de Württemberg
Príncipe Alexander dos Países Baixos, 1818–1848
Príncipe Henrique dos Países Baixos, "o Navegador" 1820–1879
Princesa Sofia dos Países Baixos, 1824–1897 casou com Carlos Alexandre, Grão-Duque de Saxe-Weimar-Eisenach
Princesa Luísa dos Países Baixos,1828–1871 casou com Carlos XV da Suécia
Princesa Maria dos Países Baixos, 1841-1910 casou com Guilherme, Príncipe de Wied teve um filho Guilherme, Príncipe da Albânia
Guilhermina, 1880-1962, Rainha dos Países Baixos, 1890-1948
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A partir de 1907
Henrique de Mecklemburgo-Schwerin 1876-1934, Príncipe dos Países Baixos
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Guilherme, Príncipe de Orange 1840-1879
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Príncipe Maurício dos Países Baixos 1843-1850
Alexander, Príncipe de Orange, 1851-1884
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Juliana 1909-2004, Rainha dos Países Baixos, 1948-1980
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Príncipe Bernhard de Lippe-Biesterfeld, Príncipe dos Países Baixos 1911-2004
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Beatriz,1938-, Rainha dos Países Baixos,1980-2013
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Arms of the Kingdom of the Netherlands.svgArms of Beatrix of the Netherlands.svg
Claus van Amsberg,1926-2002, Príncipe dos Países Baixos
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Princesa Irene dos Países Baixos, 1939, m.(1964–1981) Carlos Hugo de Bourbon-Parma, Duque de Parma, 4 filhos fora da sucessão
Princesa Margarida dos Países Baixos, 1943-
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Pieter van Vollenhoven
Princesa Cristina dos Países Baixos,1947, m. Jorge Pérez y Guillermo (m. 1975; div. 1996), 3 filhos fora da sucessão
Guilherme Alexandre dos Países Baixos,1967-
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Príncipe de Orange & Herdeiro aparente, 1980-2013Rei dos Países Baixos, 2013-
Rainha Máxima dos Países Baixos
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Príncipe Friso de Orange-Nassau 1968-2013 c.(2004) Mabel Wisse Smit sem premissão, seus filhos não são elegíveis para o trono e ele já não era um príncipe dos Países Baixos depois de seu casamento
Príncipe Constantino dos Países Baixos, 1969-
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Princesa Laurentina dos Países Baixos
4 filhos, 2 dos quais eram elegíveis ao trono até Beatriz abdicar em 2013
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Princesa Catarina-Amália dos Países Baixos,2003- Princesa de Orange & herdeira aparente, 2013-
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Princesa Alexia dos Países Baixos, 2005-
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Princesa Ariana dos Países Baixos, 2007-
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condessa Eloise de Orange-Nassau, 2002-
conde Claus-Casimiro de Orange-Nassau, 2004-
condessa Leonor de Orange-Nassau, 2006-

Ver também

Referências

  1. Ir para cima Rietstap, Johannes Baptist (1875). Handboek der Wapenkunde. the Netherlands: Theod. Bom. p. 348. Prins FREDERIK: Het koninklijke wapen, in 't shcildhoofd gebroken door een rooden barensteel, de middelste hanger beladen met een regtopstaanden goud pijl.
  2. Ir para cima Junius, J.H. (1894). Heraldiek. the Netherlands: Frederik Muller. p. 151. ...de tweede oon voert het koninklijk wapen gebroken door een barensteel van drie stukken met een zilveren pijl.
  3. Ir para cima Junius, J.H. (1894). Heraldiek. the Netherlands: Frederik Muller. p. 151. ...is het wapen afgebeeld van de oudste dochter van den Koning der Nederlanden. De barensteel is van keel en beladen met een gouden koningskroon.

Ligações externas



Lista de monarcas dos Países Baixos

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Esta é uma lista de monarcas dos Países Baixos. A lista inclui os estatuderes da Casa de Orange-Nassau que eram votados para o cargo pelas províncias semi-independentes da República das Sete Províncias Unidas dos Países Baixos e pelos Estados Gerais, porém agiam como chefes de estado hereditários. Todos são ancestrais diretos dos monarcas posteriores quando a monarquia foi estabelecida em 1815.

República dos Países Baixos

NomeRetratoNascimentoCasamento(s)Morte
Guilherme I
26 de julho de 1581 –
10 de julho de 1584
Antonio Moro - Willem I van Nassau.jpg24 de abril de 1533
filho de Guilherme I, Conde de Nassau-Dillenburg e Juliana de Stolberg
Ana de Engmont
6 de julho de 1551
3 filhos
10 de julho de 1584
51 anos
Ana da Saxónia
25 de agosto de 1561
5 filhos
Carlota de Bourbon
24 de junho de 1575
6 filhas
Luísa de Coligny
24 de abril de 1583
1 filho
Maurício
1585 – 23 de abril de 1625
Michiel Jansz van Mierevelt - Maurits van Nassau, prins van Oranje en Stadhouder.jpg14 de novembro de 1567
filho de Guilherme I e Ana da Saxónia
Não se casou23 de abril de 1625
57 anos
Frederico Henrique
23 de abril de 1625 –
14 de março de 1627
Frederik Hendrik by Michiel Jansz van Mierevelt.jpg29 de janeiro de 1584
filho de Guilherme I e Luísa de Coligny
Amália de Solms-Braunfels
4 de abril de 1626
9 filhos
14 de março de 1627
63 anos
Guilherme II
14 de março de 1627 –
6 de novembro de 1650
Workshop of Gerard van Honthorst 001.jpg27 de maio de 1626
filho de Frederico Henrique e Amália de Solms-Braunfels
Maria, Princesa Real
2 de maio de 1641
1 filho
6 de novembro de 1650
24 anos
Guilherme III
4 de julho de 1672 –
8 de março de 1702
King William III of England, (1650-1702) (lighter).jpg4 de novembro de 1650
filho de Guilherme II e Maria, Princesa Real
Maria II de Inglaterra
4 de novembro de 1677
sem filhos
8 de março de 1702
51 anos
Guilherme IV
1 de setembro de 1711 –
22 de outubro de 1751
Portret van Willem IV Rijksmuseum SK-A-6.jpeg1 de setembro de 1711
filho de João Guilherme Friso e Maria Luísa de Hesse-Cassel
Ana, Princesa Real
25 de março de 1734
3 filhos
22 de outubro de 1751
40 anos
Guilherme V
22 de outubro de 1751 –
19 de janeiro de 1795
(deposto)
William V, Prince of Orange - Bone 1801.jpg8 de março de 1748
filho de Guilherme IV e Ana, Princesa Real
Guilhermina da Prússia
4 de outubro de 1767
3 filhos
9 de abril de 1806
58 anos

Reino da Holanda

NomeRetratoNascimentoCasamentoMorte
Luís I
5 de junho de 1806 –
1 de julho de 1810
(abdicou)
LouisBonaparte Holland.jpg2 de setembro de 1778
filho de Carlo Bonaparte e Letícia Ramolino
Hortênsia de Beauharnais
1802
3 filhos
25 de julho de 1846
67 anos
Luís II
1 de julho –
9 de julho de 1810
(deposto)
Cottrau - Napoléon-Louis Bonaparte (1804-1831).jpg11 de outubro de 1804
filho de Luís I e Hortênsia de Beauharnais
Carlota Bonaparte
sem filhos
17 de março de 1831
26 anos

Principado dos Países Baixos

NomeRetratoNascimentoCasamentoMorte
Guilherme Frederico
6 de dezembro de 1813 –
16 de março de 1815
William I of the Netherlands.jpg24 de agosto de 1772
filho de Guilherme V e Guilhermina da Prússia
Guilhermina da Prússia
1 de outubro de 1791
4 filhos
12 de dezembro de 1843
71 anos

Reino dos Países Baixos

NomeRetratoNascimentoCasamento(s)Morte
Guilherme I
16 de março de 1815 –
7 de outubro de 1840
(abdicou)
William I of the Netherlands.jpg24 de agosto de 1772
filho de Guilherme V e Guilhermina da Prússia
Guilhermina da Prússia
1 de outubro de 1791
4 filhos
12 de dezembro de 1843
71 anos
Guilherme II
7 de outubro de 1840 –
17 de março de 1849
Willemll by Pieneman.jpg6 de dezembro de 1792
filho de Guilherme I e Guilhermina da Prússia
Ana Pavlovna da Rússia
21 de fevereiro de 1816
5 filhos
17 de março de 1849
56 anos
Guilherme III
17 de março de 1849 –
23 de novembro de 1890
Willem III (1817-90), koning der Nederlanden, Nicolaas Pieneman, 1856 - Rijksmuseum.jpg19 de fevereiro de 1819
filho de Guilherme II e Ana Pavlovna da Rússia
Sofia de Württemberg
18 de junho de 1839
3 filhos
23 de novembro de 1890
73 anos
Ema de Waldeck e Pyrmont
7 de janeiro de 1879
1 filha
Guilhermina
23 de novembro de 1890 –
4 de setembro de 1948
(abdicou)
Queen Wilhelmina, by Thérèse Schwartze.jpg31 de agosto de 1880
filha de Guilherme III e Ema de Waldeck e Pyrmont
Henrique de Mecklemburgo-Schwerin
7 de fevereiro de 1901
1 filha
28 de novembro de 1962
82 anos
Juliana
4 de setembro de 1948 –
30 de abril de 1980
(abdicou)
Staatsieportret Koningin Juliana voor gemeente Best.jpg30 de abril de 1909
filha de Guilhermina e Henrique de Mecklemburgo-Schwerin
Bernardo de Lippe-Biesterfeld
7 de janeiro de 1937
4 filhas
20 de março de 2004
94 anos
Beatriz
30 de abril de 1980 –
30 de abril de 2013
(abdicou)
Beatrix in April 2013.jpg31 de janeiro de 1938
filha de Juliana e Bernardo de Lippe-Biesterfeld
Claus von Amsberg
10 de março de 1966
3 filhos
Guilherme Alexandre
30 de abril de 2013 –
presente
Koning-willem-alexander-okt-15-s.jpg27 de abril de 1967
filho de Beatriz e Claus von Amsberg
Máxima Zorreguieta Cerruti
2 de fevereiro de 2002
3 filhas

Linha do tempo

Guilherme Alexandre dos Países BaixosBeatriz dos Países BaixosJuliana dos Países BaixosGuilhermina dos Países BaixosGuilherme III dos Países BaixosGuilherme II dos Países BaixosGuilherme I dos Países BaixosLuís II da HolandaLuís I da HolandaGuilherme V, Príncipe de OrangeGuilherme IV, Príncipe de OrangeJoão Guilherme Friso, Príncipe de OrangeGuilherme III de InglaterraGuilherme II, Príncipe de OrangeFrederico Henrique, príncipe de orangeMaurício, príncipe de OrangeGuilherme I, Príncipe de OrangeCasa de Orange-NassauCasa de BonaparteCasa de Orange-Nassau

Ligações externas